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Visita ao Castro de Leceia

À descoberta do povoado pré-histórico de Leceia.

Há quem diga que a história não se repete, mas aqui na Juromenha não é bem assim. Durante o mês de Novembro os 5ºs anos voltaram a visitar o Povoado Pré-Histórico de Leceia e o respectivo Museu (situado na Fábrica da Pólvora).

Os alunos puderam mostrar que tinham a lição bem estudada, ao responderem às perguntas formuladas pela guia oficial, arqueóloga da Câmara Municipal de Oeiras, «velha conhecida» destas andanças por já ter recebido os alunos da nossa Escola em anos anteriores.

Alunos sentados no autocarro, sorridentes.

No autocarro.

Três grandes paralelepípedos metálicos sinalizando a entrada no castro.

À entrada do castro.

Muitos alunos percorrendo um caminho balizado na escavação.

Na escavação.

 

No castro

O povoado pré-histórico de Leceia é conhecido no mundo científico desde 1878 e situa-se no concelho de Oeiras, na freguesia de Barcarena.

Várias pedras dispostas em círculo, formando uma parede baixa.Ampliar

Vestígios de uma habitação.

Restos de uma muralha fortificada, constituida por pedras empilhadas.Ampliar

Parte da muralha fortificada.

Dois alunos olhando para uma cova circular, delimitada por pedras empilhadas.Ampliar

Um posto de observação.

 

Foi ocupado por cerca de 1000 anos e data de 3200–3000 anos a.C. até à segunda metade do III milénio a.C.; vem desde o Neolítico até ao período Calcolítico final. Estas sociedades eram essencialmente agro-pastoris, mas também faziam a recolecção de mariscos.

Neste castro encontraram-se fragmentos de cerâmica, figuras ligadas ao culto da fertilidade (como uma estatueta em terracota representando uma porca) e vários artefactos:

8 pedras lascadas, de forma alongada e algo oval.

Raspadores.

Uma pedra grande com uma cavidade redonda contendo uma pedra mais pequena.

Uma mó.

5 pedras pontiagudas achatadas.

Pontas de machado.

Uma estatueta de barro vermelho em forma de porco.

Estatueta em terracota.

 

A apoiar esta escavação existe um museu/sala de arqueologia na Fábrica da Pólvora de Barcarena — a segunda parte desta visita.

Ludovina Florêncio e António Padilha, 13 de Novembro de 2003; fotos de Ludovina Florêncio.

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